Vai um passatempo?
Para festejar a chegada do Natal, decidi criar um pequeno passatempo e acrescentar uma prenda a um leitor afortunado!
O livro que vou sortear é A História de Edgar Sawtelle, de David Wroblewski
O livro foi comprado assim que saiu, mas está em estado COMPLETAMENTE NOVO, intocável.
Aquando o seu lançamento, foi muito bem sucedido, tendo sido eleito ROMANCE DO ANO 2009 e bastante apoiado pela personalidade Oprah Winfrey. Aqui vão algumas críticas ao livro:
"O universo deste livro, a sua profundidade psicológica e mestria poética, fazem dele um dos melhores romances do ano... " - Oprah Winfrey
"Um lugar onde se desenrola diariamente o espectáculo da natureza, aqui contado de forma extraordinária, como se presenciado pela primeira vez." - Elle
"Um romance que consegue transmitir, de forma admirável, o estranho mundo dos humanos. A não perder". - Library Journal
"Maravilhosamente escrito, dá voz a alguns dos maiores arquétipos da humanidade... Uma leitura cativante e esmagadora".
Infelizmente, acho que este é daqueles livros
cuja leitura tenho adiado e não prevejo que vá ler muito cedo. Por isso,
decidi oferecer como prenda de Natal a um leitor do blogue!
Do pouco que pude ver, posso confirmar que parece bastante bem escrito.
Quanto à história, Edgar Sawtelle é um menino que nasceu mudo e vive idilicamente numa quinta com os pais. Contudo, a chegada do seu tio provoca o caos e Edgar vê-se subitamente forçado a enfrentar território selvagem... A seu lado, conta com a ajuda da sua fiel companheira canina, Almodine.
Prevê-se uma leitura de emoções fortes.
Para participar, basta:
1.º - Gostar ("like") a página de Facebook do blogue, www.facebook.com/cantinhobookaholic
2.º - Partilhar ("share") a publicação referente ao passatempo (estará devidamente fixada no topo da página, para que seja a primeira publicação a ser visualizada).
E esperar!
Poderão participar todos os habitantes de Portugal (Continental e Ilhas), uma única vez. O passatempo terminará a 7 DEZEMBRO, às 19:00. Os participantes serão listados e sorteados. Haverá um úncio vencedor, anunciado nos dois dias seguintes ao final do passatempo. Esse vencedor será contactado por mim para disponibilizar os seus dados pessoais.
Boa sorte!
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quinta-feira, 27 de novembro de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Para breve: ENTREVISTA com a escritora SANDRA CARVALHO
Ora aqui está uma bela surpresa!!
O Bookaholic prepara-se para entrevistar a autora Sandra Carvalho! Acabadinho de sair está o seu novo livro, "O Olhar do Açor", primeiro volume da série "Crónicas da Terra e do Mar". Vamos falar um pouco sobre este projecto, mas vamos também relembrar "A Saga das Pedras Mágicas", que já apaixonou uma legião de portugueses...
Entusiasmados? Rápido, deixem as vossas sugestões de perguntas no Facebook do Cantinho do Bookaholic, nos comentários desta publicação.
Até muito em breve!
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
https://www.facebook.com/cantinhobookaholic
Convido-vos a todos a fazerem "like" no novo Facebook deste cantinho!!
Contem com uma forma muito mais rápida de todas as novidades chegarem a vós; será actualizada o mais frequentemente possível com novidades dentro do mundo literário e estará certamente mais próxima dos leitores :)
Um muito obrigado.
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Um muito obrigado.
sábado, 1 de junho de 2013
83.ª Feira do Livro de Lisboa
Aaaah, a Feira do Livro...
Subir e descer o Parque Eduardo VII (umas boas vezes seguidas), carregar sacos de livros (faz-me sentir uma daquelas mulheres de "O Sexo e a Cidade" a percorrer a Quinta Avenida com sacos de roupa de marca), comer uma fartura (faz mal, mas é pela tradição)... Coisas que eu espero aproveitar por muito mais anos.
Infelizmente, gastar dinheiro está cada vez mais difícil. Não só por não ser ter, pois mesmo o que se tem custa estar a gastar. Mas eu acho que isso não é desculpa para sair de mãos vazias.
Os alfarrabistas vendem livros quase novos, de excelente qualidade literária, a 5 ou 10 euros. Apesar de não serem baratos, alguns livros não deixam de ter m Preço de Feira acessível, sobretudo os livros do dia. Enfim, é verdade que o dinheiro é pouco e os livros caros são muitos, mas com os alfarrabistas, os livros do dia e os descontos de algumas editoras (lembro-me de a Relógio d'Água e a Saída de Emergência, por exemplo, terem um espaço com livros bastante baratos), acho que ainda vale a pena.
Fui à procura de alguns livros específicos, mas poucos consegui comprar. Não consegui encontrar a maior parte dos livros da série "O Primeiro Homem de Roma" de Colleen McCullough. Numa série de sete livros, tenho os quatro primeiros. Se algum de vocês encontrar algum destes livros, se viverem perto de uma livraria que ainda os tenha, qualquer coisa, seja onde for, Lisboa Porto ou Freixo de Espada à Cinta... Por favor contactem-me.
Giro giro é eu andar aqui maluco à procura de livros de uma série que já não se vende e, vejam só, decido comprar os livros do Ciclo Pendragon, que já agora é uma série de 5 livros que também não se encontram facilmente por aí. Comprei os primeiros três (a trilogia original).
Também arrisquei a comprar, por 1 euro apenas, alguns livros da saga de dragões de Anne McCaffrey. Já ouvi maravilhas sobre estes livros e pareceu-me uma boa oportunidade!
Este ano, sem dúvida, abusei um pouco mais do que o ano passado (aliás, não me lembro de comprar nenhum livro sequer). Sobretudo nos alfarrabistas, sempre aproveitando os preços mais baixos, saí de lá com a biblioteca bastante reabastecida (apesar de ultimamente não conseguir ler quase nada).
As compras foram, sem dúvida, fantásticas. A Feira em si é que me continua a confundir: todos os anos dizem que vão fazer grandes alterações, que vai haver novidades e que vai adquirir um novo formato... E no entanto todos os anos é igual à edição anterior. Não compreendo bem.
Subir e descer o Parque Eduardo VII (umas boas vezes seguidas), carregar sacos de livros (faz-me sentir uma daquelas mulheres de "O Sexo e a Cidade" a percorrer a Quinta Avenida com sacos de roupa de marca), comer uma fartura (faz mal, mas é pela tradição)... Coisas que eu espero aproveitar por muito mais anos.
Infelizmente, gastar dinheiro está cada vez mais difícil. Não só por não ser ter, pois mesmo o que se tem custa estar a gastar. Mas eu acho que isso não é desculpa para sair de mãos vazias.
Os alfarrabistas vendem livros quase novos, de excelente qualidade literária, a 5 ou 10 euros. Apesar de não serem baratos, alguns livros não deixam de ter m Preço de Feira acessível, sobretudo os livros do dia. Enfim, é verdade que o dinheiro é pouco e os livros caros são muitos, mas com os alfarrabistas, os livros do dia e os descontos de algumas editoras (lembro-me de a Relógio d'Água e a Saída de Emergência, por exemplo, terem um espaço com livros bastante baratos), acho que ainda vale a pena.
Fui à procura de alguns livros específicos, mas poucos consegui comprar. Não consegui encontrar a maior parte dos livros da série "O Primeiro Homem de Roma" de Colleen McCullough. Numa série de sete livros, tenho os quatro primeiros. Se algum de vocês encontrar algum destes livros, se viverem perto de uma livraria que ainda os tenha, qualquer coisa, seja onde for, Lisboa Porto ou Freixo de Espada à Cinta... Por favor contactem-me.
Giro giro é eu andar aqui maluco à procura de livros de uma série que já não se vende e, vejam só, decido comprar os livros do Ciclo Pendragon, que já agora é uma série de 5 livros que também não se encontram facilmente por aí. Comprei os primeiros três (a trilogia original).
Também arrisquei a comprar, por 1 euro apenas, alguns livros da saga de dragões de Anne McCaffrey. Já ouvi maravilhas sobre estes livros e pareceu-me uma boa oportunidade!
Este ano, sem dúvida, abusei um pouco mais do que o ano passado (aliás, não me lembro de comprar nenhum livro sequer). Sobretudo nos alfarrabistas, sempre aproveitando os preços mais baixos, saí de lá com a biblioteca bastante reabastecida (apesar de ultimamente não conseguir ler quase nada).
As compras foram, sem dúvida, fantásticas. A Feira em si é que me continua a confundir: todos os anos dizem que vão fazer grandes alterações, que vai haver novidades e que vai adquirir um novo formato... E no entanto todos os anos é igual à edição anterior. Não compreendo bem.
sábado, 21 de maio de 2011
De volta aos carris
O último livro sobre o qual falei foi de Fevereiro.
3 meses desde que vos disse alguma coisa.
Foi, sem dúvida, uma ausência longa, ainda que não repentina (a minha assiduidade já não era grande coisa), mas desta vez afastei-me completamente destas paragens. Foi um daqueles períodos em que se não tivesse abandonado isto teria fechado completamente. Venci-me a mim próprio.
Agora venho dizer-vos que estou com vontade de voltar. Um esforço que me obrigue a ficar aqui e não deixar as teias de aranha esconderem este cantinho.
Espero que gostem do novo visual (o pergaminho estava tão velho que se rasgou completamente. O que acham do novo design? É diferente do que já há muito tempo tinha adoptado, mas achei que estava na altura de fazer um refresh. Se aguentar um ano assim dou-me por satisfeito).
Quanto às leituras, não esperem uma nova crítica dia-a-dia, porque o meu ritmo tem sido bastante lento. Vou tentar voltar ao entusiasmo que costumava ter, já que tenho aqui muitos livros por ler em atraso!
Enfim, isto tudo para apenas dizer... Que voltei. Agradeço imenso todos os seguidores, todos aqueles que continuam a espreitar este cantinho e peço desculpa a todos pela ausência inexplicável.
3 meses desde que vos disse alguma coisa.
Foi, sem dúvida, uma ausência longa, ainda que não repentina (a minha assiduidade já não era grande coisa), mas desta vez afastei-me completamente destas paragens. Foi um daqueles períodos em que se não tivesse abandonado isto teria fechado completamente. Venci-me a mim próprio.
Agora venho dizer-vos que estou com vontade de voltar. Um esforço que me obrigue a ficar aqui e não deixar as teias de aranha esconderem este cantinho.
Espero que gostem do novo visual (o pergaminho estava tão velho que se rasgou completamente. O que acham do novo design? É diferente do que já há muito tempo tinha adoptado, mas achei que estava na altura de fazer um refresh. Se aguentar um ano assim dou-me por satisfeito).
Quanto às leituras, não esperem uma nova crítica dia-a-dia, porque o meu ritmo tem sido bastante lento. Vou tentar voltar ao entusiasmo que costumava ter, já que tenho aqui muitos livros por ler em atraso!
Enfim, isto tudo para apenas dizer... Que voltei. Agradeço imenso todos os seguidores, todos aqueles que continuam a espreitar este cantinho e peço desculpa a todos pela ausência inexplicável.
domingo, 1 de maio de 2011
O regresso está para vir...
A última batalha está a acabar esperemos.
Não desisti ainda. Depois de um período de mudança, ou pelo menos perturbação, estamos perto de regressar...
Não desisti ainda. Depois de um período de mudança, ou pelo menos perturbação, estamos perto de regressar...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Balanço de leituras 2010
E já lá vai mais um ano.
Ao contrário dos anos anteriores, este foi um ano de poucas leituras.
Não há como contornar: para o tipo de leitor que sou, para o número de livros que tenho por ler, li poucos livros.
A verdade é que... Não foi sem o saber. Este ano foi, como sempre, um ano de estudos, mas cada vez mais estes me fazem ocupar o tempo. Quando acabo o dia não consigo ficar mais meia hora acordado na cama a ler (quando de madrugada tenho de me levantar de novo).
Também é verdade que os livros deixaram de ser uma prioridade para passar o tempo. Saio com muita frequência, fico fora de casa todo o dia, seja noutras actividades seja por simples deambulação. Acabo por não me dedicar à leitura como se calhar me apetece neste momento!
Por outro lado, decidi mesmo levar um ritmo calmo de leitura. Houve alguns momentos durante o ano em que não tive vontade de ler, e quando lia apreciava o livro de tal forma que acabava por ler devagarinho...
A lista de leituras fica aqui registada e convenientemente "classificada":
1 - Os Maias - Eça de Queirós
(675 pp.)
2- A Guerra é Para os Velhos - John Scalzi
(327 pp.)
3 - Eclipse - Stephenie Meyer
(601 pp.)
4 - Rua dos Anjos - Vítor Burity da Silva
(77 pp.)
5 - O Amor Está no Ar - Dorothy Koomson
(336 pp.)
6 - O Despertar das Trevas - Karen Chance
(304 pp.)
7 - O Rapaz do Pijama às Riscas - John Boyne
(176 pp.)
8 - The Catcher in the Rye - J. D. Salinger
(220 pp.)
9 - O Jardim dos Segredos - Kate Morton
(549 pp.)
10 - Cordeiro - Christopher Moore
(501 pp.)
11 - Crepúsculo: A Novela Gráfica, Volume 1 - Stephenie Meyer e Young Kim
(244 pp.)
12 - Guerra Mundial Z - Max Brooks
(396 pp.)
13 - A Floresta de Mãos e Dentes - Carrie Ryan
(254 pp.)
14 - O Feiticeiro de Oz - L. Frank Baum
(247 pp.)
15 - Servidão Humana - Somerset Maugham
(703 pp.)
16 - Safari de Sangue - Deon Meyer
(374 pp.)
17 O Labirinto dos Ossos - Rick Riordan
(182 pp.)
18 - O Símbolo Perdido - Dan Brown
(571 pp.)
19 - A Lança do Deserto - Peter V. Brett
(738 pp.)
20 - As Aventuras de Pinóquio - Carlo Collodi e ilustrações de Paula Rego
(215 pp.)
21 - Memória de Elefante - António Lobo Antunes
(156 pp.)
22 - Os Prazeres do Amor - Jean Plaidy
(335 pp.)
23 - Nuvens e Labirintos - José Mário Silva
(81 pp.)
24 - Uma Aventura na Amazónia - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
(236 pp.)
25 - Sob os Telhados de Paris - Henry Miller
(238 pp.)
26 - Diário de Uma Totó - Rachel Renée Russell
(289 pp.)
27 - Hex Hall - Rachel Hawkins
(240 pp.)
28 - O Exorcista - William Peter Blatty
(344 pp.)
29 - Eternidade - Alyson Noel
(286 pp.)
30 - Lua Azul - Alyson Noel
(288 pp.)
31 - O Carteiro de Pablo Neruda - Antonio Skármeta
(178 pp.)
32 - Cornos - Joe Hill
(422 pp.)
32 livros, praticamente todos de autores diferentes. 10 783 páginas (se não me faltou nenhuma), numa média de 337 páginas por livro. Uma média de 30 páginas lidas por dia e de pouco menos de 3 livros por mês.
Com estes números, nem parece muito mau pois! Pensei depois eu que, com poucos livros, a probabilidade de fazer um top 10 com livros todos eles verdadeiramente marcantes seria difícil. Ainda assim, é com grande espanto que relembro livros que li na primeira metade do ano e reparo que ainda foram algumas grandes obras...
Portanto, aqui fica o meu top 10:
- Servidão Humana, de Somerset Maugham: uma edição linda, um livro enorme, um autor brilhante e uma história magnífica. Este foi o livro mais marcante deste ano e provavelmente um dos mais marcantes da minha vida. Finalmente, posso dizer: "Eu sou Philip Carey".
- A Lança do Deserto, de Peter V. Brett: se adorei o primeiro livro, com este fiquei apaixonado. Sem sombra de dúvida, do melhor da Literatura Fantástica. Absolutamente cativante. Tive a honra de conhecer o autor e de apresentar um pouco a sua vinda a Portugal na Fnac!!!! (um grande obrigado à Gailivro pelo convite, mais uma vez)
- Os Maias, de Eça de Queirós: há muito tempo que não lia algo de Eça e voltei a apaixonar-me. Acho que nunca um livro fez-me querer viver na época em que decorre... Nunca quis tanto ser aquelas personagens, e nunca um livro me fez quase chorar logo na página 100. Eça é genial, e está tudo dito.
- Cordeiro, de Christopher Moore: este é, sem sombra de dúvida, o meu novo mais querido escritor, do qual tenho vindo a ler alguma coisa e a cada livro me surpreende mais. Mas este ultrapassou os limites, é uma obra-prima se se atrever a isso! Adorei perdidamente, não só divertido mas inspirador. Este livro é uma leitura obrigatória.
- As Aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi com ilustrações de Paula Rego: este livro é a minha Bíblia. É uma edição inestimável, bem tratada, com ilustrações excelentes de Paula Rego, elas próprias uma interpretação da história, comentários às imagens, um posfácio de Calvino e, claro, a intemporal história de Collodi, que passou a ser o meu livro infantil preferido. Mais um de génio, um livro escrito sobretudo nas entre-linhas.
- Memória de Elefante, de António Lobo Antunes: contra todas as expectativas, este foi dos livros que mais me cativou, não só este ano, na minha vida! Nunca pensei que Lobo Antunes explorasse de tal forma temas tão profundas quanto a alma e conseguisse divagar como nesta obra faz. Bastante denso, melancólico, citadino, um livro cheio desse sentimento.
- Sob os Telhados de Paris, de Henry Miller: o primeiro livro de cariz sexual que leio e, sem vergonha digo, amei. Pode nem ser o seu melhor, mas Miller já é um dos escritores que mais me chama a atenção. Descobri que gosto mais de Literatura Erótica do que deveria.
- O Feiticeiro de Oz, de L. Frank Baum: a par com "As Aventuras de Pinóquio", é mais um livro infantil que me deixou extasiado este ano. Para mim, este tem o estatuto que encontro com "O Principezinho": um livro que nos leva a viajar, que apresenta uma boa história e do qual podemos aprender tanta coisa, de tal maneira que podemos lê-lo constantemente e iremos sempre chegar a novas conclusões.
- O Carteiro de Pablo Neruda, de Antonio Skarmeta: um pequeno livro mas uma belíssima história de amor. Encantou-me, portanto claro que tem de ser dos 10 melhores do ano!
- Lua Azul, de Alyson Noel: para uma saga com expectativas bastante medianas, revelo-me bastante surpreendido! Vejo-me à espera da continuação da história com grande interesse, de tal maneira gostei. Uma boa leitura.
As decepções... Vão para o intragável Rua dos Anjos, de Vitor Burity da Silva, e o infelizmente que me aborreceu O Despertar das Trevas, de Karen Chance. Do primeiro livro acho que não há emenda, a escrita é confusa e o autor contradiz-se constantemente no que pretende ser uma conversa que no fim sabe a absolutamente nada. O segundo livro é uma pena, pois tem uma boa mitologia, e sinceramente em geral tem uma excelente história! Infelizmente, não acho que esteja desenvolvido da melhor maneira, para um primeiro livro de uma série sobretudo, e por muito bom que até fosse o enredo foi o livro que mais me tirou a vontade de ler mais o que quer que fosse este ano...
Concluindo, este foi um ano do qual se aproveitam muito boas leituras, algumas mais do que memoráveis!
Esperemos que para o ano o mesmo aconteça.
Bom ano 2010, com muita saúde, alegria, não só leituras mas tudo o que a vida terá para oferecer!!!!
Ao contrário dos anos anteriores, este foi um ano de poucas leituras.
Não há como contornar: para o tipo de leitor que sou, para o número de livros que tenho por ler, li poucos livros.
A verdade é que... Não foi sem o saber. Este ano foi, como sempre, um ano de estudos, mas cada vez mais estes me fazem ocupar o tempo. Quando acabo o dia não consigo ficar mais meia hora acordado na cama a ler (quando de madrugada tenho de me levantar de novo).
Também é verdade que os livros deixaram de ser uma prioridade para passar o tempo. Saio com muita frequência, fico fora de casa todo o dia, seja noutras actividades seja por simples deambulação. Acabo por não me dedicar à leitura como se calhar me apetece neste momento!
Por outro lado, decidi mesmo levar um ritmo calmo de leitura. Houve alguns momentos durante o ano em que não tive vontade de ler, e quando lia apreciava o livro de tal forma que acabava por ler devagarinho...
A lista de leituras fica aqui registada e convenientemente "classificada":
1 - Os Maias - Eça de Queirós
2- A Guerra é Para os Velhos - John Scalzi
3 - Eclipse - Stephenie Meyer
4 - Rua dos Anjos - Vítor Burity da Silva
5 - O Amor Está no Ar - Dorothy Koomson
6 - O Despertar das Trevas - Karen Chance
7 - O Rapaz do Pijama às Riscas - John Boyne
8 - The Catcher in the Rye - J. D. Salinger
9 - O Jardim dos Segredos - Kate Morton
10 - Cordeiro - Christopher Moore
11 - Crepúsculo: A Novela Gráfica, Volume 1 - Stephenie Meyer e Young Kim
12 - Guerra Mundial Z - Max Brooks
13 - A Floresta de Mãos e Dentes - Carrie Ryan
14 - O Feiticeiro de Oz - L. Frank Baum
15 - Servidão Humana - Somerset Maugham
16 - Safari de Sangue - Deon Meyer
17 O Labirinto dos Ossos - Rick Riordan
18 - O Símbolo Perdido - Dan Brown
19 - A Lança do Deserto - Peter V. Brett
20 - As Aventuras de Pinóquio - Carlo Collodi e ilustrações de Paula Rego
21 - Memória de Elefante - António Lobo Antunes
22 - Os Prazeres do Amor - Jean Plaidy
23 - Nuvens e Labirintos - José Mário Silva
24 - Uma Aventura na Amazónia - Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada
25 - Sob os Telhados de Paris - Henry Miller
26 - Diário de Uma Totó - Rachel Renée Russell
27 - Hex Hall - Rachel Hawkins
28 - O Exorcista - William Peter Blatty
29 - Eternidade - Alyson Noel
30 - Lua Azul - Alyson Noel
31 - O Carteiro de Pablo Neruda - Antonio Skármeta
32 - Cornos - Joe Hill
32 livros, praticamente todos de autores diferentes. 10 783 páginas (se não me faltou nenhuma), numa média de 337 páginas por livro. Uma média de 30 páginas lidas por dia e de pouco menos de 3 livros por mês.
Com estes números, nem parece muito mau pois! Pensei depois eu que, com poucos livros, a probabilidade de fazer um top 10 com livros todos eles verdadeiramente marcantes seria difícil. Ainda assim, é com grande espanto que relembro livros que li na primeira metade do ano e reparo que ainda foram algumas grandes obras...
Portanto, aqui fica o meu top 10:
- Servidão Humana, de Somerset Maugham: uma edição linda, um livro enorme, um autor brilhante e uma história magnífica. Este foi o livro mais marcante deste ano e provavelmente um dos mais marcantes da minha vida. Finalmente, posso dizer: "Eu sou Philip Carey".
- A Lança do Deserto, de Peter V. Brett: se adorei o primeiro livro, com este fiquei apaixonado. Sem sombra de dúvida, do melhor da Literatura Fantástica. Absolutamente cativante. Tive a honra de conhecer o autor e de apresentar um pouco a sua vinda a Portugal na Fnac!!!! (um grande obrigado à Gailivro pelo convite, mais uma vez)
- Os Maias, de Eça de Queirós: há muito tempo que não lia algo de Eça e voltei a apaixonar-me. Acho que nunca um livro fez-me querer viver na época em que decorre... Nunca quis tanto ser aquelas personagens, e nunca um livro me fez quase chorar logo na página 100. Eça é genial, e está tudo dito.
- Cordeiro, de Christopher Moore: este é, sem sombra de dúvida, o meu novo mais querido escritor, do qual tenho vindo a ler alguma coisa e a cada livro me surpreende mais. Mas este ultrapassou os limites, é uma obra-prima se se atrever a isso! Adorei perdidamente, não só divertido mas inspirador. Este livro é uma leitura obrigatória.
- As Aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi com ilustrações de Paula Rego: este livro é a minha Bíblia. É uma edição inestimável, bem tratada, com ilustrações excelentes de Paula Rego, elas próprias uma interpretação da história, comentários às imagens, um posfácio de Calvino e, claro, a intemporal história de Collodi, que passou a ser o meu livro infantil preferido. Mais um de génio, um livro escrito sobretudo nas entre-linhas.
- Memória de Elefante, de António Lobo Antunes: contra todas as expectativas, este foi dos livros que mais me cativou, não só este ano, na minha vida! Nunca pensei que Lobo Antunes explorasse de tal forma temas tão profundas quanto a alma e conseguisse divagar como nesta obra faz. Bastante denso, melancólico, citadino, um livro cheio desse sentimento.
- Sob os Telhados de Paris, de Henry Miller: o primeiro livro de cariz sexual que leio e, sem vergonha digo, amei. Pode nem ser o seu melhor, mas Miller já é um dos escritores que mais me chama a atenção. Descobri que gosto mais de Literatura Erótica do que deveria.
- O Feiticeiro de Oz, de L. Frank Baum: a par com "As Aventuras de Pinóquio", é mais um livro infantil que me deixou extasiado este ano. Para mim, este tem o estatuto que encontro com "O Principezinho": um livro que nos leva a viajar, que apresenta uma boa história e do qual podemos aprender tanta coisa, de tal maneira que podemos lê-lo constantemente e iremos sempre chegar a novas conclusões.
- O Carteiro de Pablo Neruda, de Antonio Skarmeta: um pequeno livro mas uma belíssima história de amor. Encantou-me, portanto claro que tem de ser dos 10 melhores do ano!
- Lua Azul, de Alyson Noel: para uma saga com expectativas bastante medianas, revelo-me bastante surpreendido! Vejo-me à espera da continuação da história com grande interesse, de tal maneira gostei. Uma boa leitura.
As decepções... Vão para o intragável Rua dos Anjos, de Vitor Burity da Silva, e o infelizmente que me aborreceu O Despertar das Trevas, de Karen Chance. Do primeiro livro acho que não há emenda, a escrita é confusa e o autor contradiz-se constantemente no que pretende ser uma conversa que no fim sabe a absolutamente nada. O segundo livro é uma pena, pois tem uma boa mitologia, e sinceramente em geral tem uma excelente história! Infelizmente, não acho que esteja desenvolvido da melhor maneira, para um primeiro livro de uma série sobretudo, e por muito bom que até fosse o enredo foi o livro que mais me tirou a vontade de ler mais o que quer que fosse este ano...
Concluindo, este foi um ano do qual se aproveitam muito boas leituras, algumas mais do que memoráveis!
Esperemos que para o ano o mesmo aconteça.
Bom ano 2010, com muita saúde, alegria, não só leituras mas tudo o que a vida terá para oferecer!!!!
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Vencedor do Concurso de Escrita "Que a Estante nos Caia Em Cima"
Parabéns ao João Rogaciano por vencer o concurso lançado pelo blogue Que a Estante nos Caia em Cima!
http://livrosimples.blogspot.com/2010/12/vencedor-do-concurso-de-escrita.html
Como me comprometi com os autores do blogue, aqui fica o texto vencedor:
O recinto da feira fervilhava de vida. Os miúdos e graúdos atropelavam-se na ânsia de percorrerem todas as atracções: o labirinto; os carrosséis; os carrinhos-de-choque; a barraquinha de tiro ao alvo…
- Venham dar uma voltinha no carrossel!... Universo, o melhor carrossel deste recinto!! Meninos e meninas… - gritava o Sr. Humberto, o dono do carrossel Universo. – Estrelas, planetas, cometas, tudo a girar! Venham, meninos e meninas...
Nas bilheteiras do carrossel, onde o Sr. Pereira trocava o dinheiro por fichas, formava-se uma longa fila. Alguns putos, mais descarados, furavam a ordeira linha e passavam à frente dos outros.
Soava a forte campainha, que se fazia ouvir acima da balbúrdia da feira, anunciando que a volta tinha terminado. Os miúdos da próxima volta invadiam o carrossel, como feros índios, em pé-de-guerra, ao ataque. Contrariados, e literalmente expulsos pelos recém-chegados, os catraios da volta anterior saiam dos assentos. Alguns miúdos permaneciam nos seus lugares, segurando de forma visível, na sua mão, a ficha que lhes daria acesso à próxima volta e que evitaria a sua expulsão pelos índios invasores. Os índios ocupavam os lugares livres, soltando gritos de guerra a plenos pulmões. A campainha dava então três toques seguidos, sinal que o carrossel iria iniciar uma nova volta. O filho do Sr. Humberto, um adolescente com ar de fuinha, cabelo rapado, piercings nas sobrancelhas e brincos nas orelhas, dava a sua volta pelos assentos do carrossel e recebia, das mãos dos miúdos, a ficha que lhes permitia efectuar aquela viagem. Rudolfo - assim se chamava o fuinha dos piercings - aproveitava para espetar uns violentos pontapés nos assentos do carrossel. Nunca se percebeu bem porquê: se fazia isso por detestar o seu trabalho, se para assustar os barulhentos putos que ali seguiam na sua volta, ou se era simplesmente por pura maldade. Talvez pelo facto de ser obrigado a passar ali todos os dias da sua juventude, enquanto os outros adolescentes iam à escola e tinham a sua vida social. O fuinha era obrigado a trabalhar de manhã à noite. Se não estava a recolher fichas no carrossel, estava a desmontar o carrossel, a inspeccionar o carrossel, a montar o carrossel, o carrossel, o carrossel, …
Para além dos pontapés de Rudolfo, o carrossel também era atingido pela fúria dos miúdos, que se agarravam aos varões e os abanavam violentamente. Outros, gravavam na madeira dos assentos, as suas iniciais. Alguns, mais velhos, divertiam-se, grafitando os bancos do carrossel, pela calada da noite, quando a feira já tinha sido encerrada. Por vezes, os feirantes apanhavam os artistas e obrigavam-nos a limpar as obras de arte acabadas de fazer e aproveitavam para lhes dar uns sopapos.
A pintura ficou a cargo da D. Amélia, a esposa do dono do Universo. E que dotes de pintura a pobre senhora tinha – emprego esta expressão, porque a D. Amélia faleceu há dois anos, deixando todos nós mais pobres.
Mas dizia eu, que nasci há vinte anos, na figura de um belo planeta azul, decorado pela mão da D. Amélia. Aliás, a D. Amélia decorou todo o carrossel com tanta destreza e bom gosto, que eu me sentia extasiado ao ver em roda de mim todo aquele magnífico universo, limpo, bem-cheiroso, que girava, girava…
Já conheci muitos recintos de feiras, muitas pessoas, muitos miúdos. Mas deixem-vos dizer um segredo: quem vê um recinto de feira, vê todos. Quem vê a populaça de uma feira, vê todas. São todos iguais entre si. Corpos amorfos procurando um pouco de alegria artificial, nesta vida rotineira...
Agora, com tanta volta, com tanto barulho todas as noites, com o desmonta aqui, monta ali, os pontapés do fuinha, os grafiti, a sujidade que se acumula e se entranha por mim e pelos restantes corpos espaciais do Universo, sinto-me tão mal, tão agoniado que só me apetece sair daqui. Sair e ir para um local sossegado, relaxante. Longe desta extenuante rotina. Sem fuinhas, sem índios em pé-de-guerra, sem grafiti, sem poluição. Longe do rodopiante e enorme Universo. Gostaria de ingressar num Universo paralelo... Numa realidade alternativa... Tudo seria preferível à vida que levo!...
Apetece-me gritar. Gritar bem alto, acima do barulho da feira, acima da campainha do carrossel, para que todos possam ouvir:
- Sr. Humberto, fuinha, Sr. Pereira…Alguém...Sou eu, o planeta azul… Por favor, parem o Universo. Quero apear-me!
João Manuel da Silva Rogaciano
jrogaciano@gmail.com
http://livrosimples.blogspot.com/2010/12/vencedor-do-concurso-de-escrita.html
Como me comprometi com os autores do blogue, aqui fica o texto vencedor:
O CARROSSEL
O recinto da feira fervilhava de vida. Os miúdos e graúdos atropelavam-se na ânsia de percorrerem todas as atracções: o labirinto; os carrosséis; os carrinhos-de-choque; a barraquinha de tiro ao alvo…
- Venham dar uma voltinha no carrossel!... Universo, o melhor carrossel deste recinto!! Meninos e meninas… - gritava o Sr. Humberto, o dono do carrossel Universo. – Estrelas, planetas, cometas, tudo a girar! Venham, meninos e meninas...
Nas bilheteiras do carrossel, onde o Sr. Pereira trocava o dinheiro por fichas, formava-se uma longa fila. Alguns putos, mais descarados, furavam a ordeira linha e passavam à frente dos outros.
Soava a forte campainha, que se fazia ouvir acima da balbúrdia da feira, anunciando que a volta tinha terminado. Os miúdos da próxima volta invadiam o carrossel, como feros índios, em pé-de-guerra, ao ataque. Contrariados, e literalmente expulsos pelos recém-chegados, os catraios da volta anterior saiam dos assentos. Alguns miúdos permaneciam nos seus lugares, segurando de forma visível, na sua mão, a ficha que lhes daria acesso à próxima volta e que evitaria a sua expulsão pelos índios invasores. Os índios ocupavam os lugares livres, soltando gritos de guerra a plenos pulmões. A campainha dava então três toques seguidos, sinal que o carrossel iria iniciar uma nova volta. O filho do Sr. Humberto, um adolescente com ar de fuinha, cabelo rapado, piercings nas sobrancelhas e brincos nas orelhas, dava a sua volta pelos assentos do carrossel e recebia, das mãos dos miúdos, a ficha que lhes permitia efectuar aquela viagem. Rudolfo - assim se chamava o fuinha dos piercings - aproveitava para espetar uns violentos pontapés nos assentos do carrossel. Nunca se percebeu bem porquê: se fazia isso por detestar o seu trabalho, se para assustar os barulhentos putos que ali seguiam na sua volta, ou se era simplesmente por pura maldade. Talvez pelo facto de ser obrigado a passar ali todos os dias da sua juventude, enquanto os outros adolescentes iam à escola e tinham a sua vida social. O fuinha era obrigado a trabalhar de manhã à noite. Se não estava a recolher fichas no carrossel, estava a desmontar o carrossel, a inspeccionar o carrossel, a montar o carrossel, o carrossel, o carrossel, …
Para além dos pontapés de Rudolfo, o carrossel também era atingido pela fúria dos miúdos, que se agarravam aos varões e os abanavam violentamente. Outros, gravavam na madeira dos assentos, as suas iniciais. Alguns, mais velhos, divertiam-se, grafitando os bancos do carrossel, pela calada da noite, quando a feira já tinha sido encerrada. Por vezes, os feirantes apanhavam os artistas e obrigavam-nos a limpar as obras de arte acabadas de fazer e aproveitavam para lhes dar uns sopapos.
E, o que devo eu pensar? Já acompanho este carrossel há cerca de vinte anos, quando o Sr. Humberto o comprou a um feirante espanhol e o remodelou, mudando-lhe o nome de “Los Animales Salvajes”1 para Universo e trocando os bancos com representações de animais - já muito carcomidos e partidos - por novos bancos que representavam estrelas, planetas, cometas, satélites, naves espaciais. A miríade de corpos espaciais foi feita por encomenda, por um carpinteiro amigo do Sr. Humberto.
A pintura ficou a cargo da D. Amélia, a esposa do dono do Universo. E que dotes de pintura a pobre senhora tinha – emprego esta expressão, porque a D. Amélia faleceu há dois anos, deixando todos nós mais pobres.
Mas dizia eu, que nasci há vinte anos, na figura de um belo planeta azul, decorado pela mão da D. Amélia. Aliás, a D. Amélia decorou todo o carrossel com tanta destreza e bom gosto, que eu me sentia extasiado ao ver em roda de mim todo aquele magnífico universo, limpo, bem-cheiroso, que girava, girava…
Já conheci muitos recintos de feiras, muitas pessoas, muitos miúdos. Mas deixem-vos dizer um segredo: quem vê um recinto de feira, vê todos. Quem vê a populaça de uma feira, vê todas. São todos iguais entre si. Corpos amorfos procurando um pouco de alegria artificial, nesta vida rotineira...
Agora, com tanta volta, com tanto barulho todas as noites, com o desmonta aqui, monta ali, os pontapés do fuinha, os grafiti, a sujidade que se acumula e se entranha por mim e pelos restantes corpos espaciais do Universo, sinto-me tão mal, tão agoniado que só me apetece sair daqui. Sair e ir para um local sossegado, relaxante. Longe desta extenuante rotina. Sem fuinhas, sem índios em pé-de-guerra, sem grafiti, sem poluição. Longe do rodopiante e enorme Universo. Gostaria de ingressar num Universo paralelo... Numa realidade alternativa... Tudo seria preferível à vida que levo!...
Apetece-me gritar. Gritar bem alto, acima do barulho da feira, acima da campainha do carrossel, para que todos possam ouvir:
- Sr. Humberto, fuinha, Sr. Pereira…Alguém...Sou eu, o planeta azul… Por favor, parem o Universo. Quero apear-me!
FIM
jrogaciano@gmail.com
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Peter V. Brett em Portugal! E mais uma surpresa.
Para além da sua presença no Fórum Fantástico, Peter V. Brett vai estar na Fnac do Colombo para um "encontro" e uma sessão de autógrafos.
E, mais ainda...
Eu estarei lá (em princípio na mesa do autor) para falar um pouco dos seus livros!!!!
Pois é, se forem meus fãs ;D hehe lá nos podemos encontrar!
Um grande obrigado à Gailivro pelo convite, fiquei bastante honrado e farei o meu melhor como leitor e fã do escritor.
Não faltem ;)
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
"Heróis à Moda de Lisboa" já está em pré-venda!!

http://www.wook.pt/product/sectionfacetproduct/m/8066x5839x5968/areaid/5968/restricts/8066x5839x5968/facetcode/temas/sectionid/4/all/1/f3/0
E dia 25 já o poderão encontrar nas livrarias!
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Concurso de contos "Que a Estante nos Caia em Cima"
Vimos divulgar um concurso disponível até dia 5 de Novembro, organizado pelo blogue "Que a Estante nos Caia em Cima", que é nada mais nada menos do que a escrita de um pequeno conto!
Esta iniciativa abrange vários blogues, incluindo este Cantinho, responsáveis pela divulgação do concurso e do conto vencedor!
O meu conselho é mesmo só um: participem! Para quem sempre quis escrever alguma coisa ou já tem alguma coisa, não publicada, esta é uma excelente oportunidade. Não só participam num concurso, só por si uma boa experiência, como se tiverem a chance de ganhar verão o seu texto divulgado em vários blogues, muitos de renome, podendo quem sabe chamar a atenção...
Vejam os pormenores no blogue Que a Estante nos Caia em Cima. Força nisso!
Esta iniciativa abrange vários blogues, incluindo este Cantinho, responsáveis pela divulgação do concurso e do conto vencedor!
O meu conselho é mesmo só um: participem! Para quem sempre quis escrever alguma coisa ou já tem alguma coisa, não publicada, esta é uma excelente oportunidade. Não só participam num concurso, só por si uma boa experiência, como se tiverem a chance de ganhar verão o seu texto divulgado em vários blogues, muitos de renome, podendo quem sabe chamar a atenção...
Vejam os pormenores no blogue Que a Estante nos Caia em Cima. Força nisso!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Estão a chegar os Heróis à Moda de Lisboa!!
O livro que faltava. Os falares marginais de Lisboa no seu melhor: o “malandrim” lisboeta, a gíria das novas tribos urbanas, os pregões tradicionais, o calão dos becos e ruelas… tudo reunido numa obra única e com muito humor, onde os heróis são todos de Lisboa: desde Ulisses ao cidadão anónimo, passando por Santo António, Marquês de Pombal, Luciano das Ratas ou pela garina do shopping.
Se este livro fosse anunciado com os típicos pregões lisboetas, seria assim, certamente:
- Ó freguesa, mexa o cu que, pl’o preço de uma dúzia, leva mais três à borliú...
- Ó viva da Costa, ó pr’a eles a fazer caretas no jardim das tabuletas...
- Olha o rajá fresquinho! É pró bacano e pró bétinho!
- Olhó nogá! Quem perde é quem não está!
- Quentes e boas! Piadas e piadinhas prós meninos e prás meninas...
E porque Lisboa também tem falares e expressões muito suas, para que a paisagem portuguesa não fique a anhar, a freguesa e o freguês (que é como quem diz, o leitor) têm o Dicionário Alfacinha.
Blogue
O que vos posso garantir deste livro? Boa disposição, curiosidades, e a minha participação com um dos contos! =D
Uma experiência bastante interessante. Confesso que não me saio muito bem com a parte do humor... Acho que um dia serei capaz de dar à escrita uma oportunidade mas num género bem diferente de "Heróis à Moda de Lisboa".
A verdade é que esta foi uma maravilhosa experiência, que acabou por me fazer conhecer pessoas igualmente maravilhosas! Sentir essa emoção só mesmo lendo o livro!
O seu lançamento será dia 6 de Novembro, no Museu da Cidade.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O meu grande obrigado...
... à revista "Os Meus Livros", que me referenciou nos seus "Sites do Mês"!
O prazer em ler livros e em falar sobre eles e o orgulho em que as pessoas me leiam, comentem, me contactem, é sempre o maior prémio. Ainda assim, para mim isto é o mais bem-vindo reconhecimento que podia ter. Fiquei bastante tocado. Continuarei a dar o meu melhor!
O prazer em ler livros e em falar sobre eles e o orgulho em que as pessoas me leiam, comentem, me contactem, é sempre o maior prémio. Ainda assim, para mim isto é o mais bem-vindo reconhecimento que podia ter. Fiquei bastante tocado. Continuarei a dar o meu melhor!
domingo, 1 de agosto de 2010
De volta...
15 maravilhosos dias no Algarve, o Bookaholic esteve nas águas mais quentes da temporada e longe tanto da cidade como das pessoas que conheço...
Sem querer dizer se isso é bom ou mau, eis a notícia: em 15 dias li 3 livros. Uma miséria, bem sei, mas acontece que passei metade das férias com amigos, que até nem via há bastante tempo, pelo que ler era-me quase impossível.
Infelizmente, nenhum dos livros me deixou completamente satisfeito ou marcaram as férias. Foram bons livros de Verão, isso sim!, mas não foram, de todo, livros que vá recordar ao longo do tempo...
A novidade é apenas esta: voltei. Para o mesmo? É o mais provável.
Sem querer dizer se isso é bom ou mau, eis a notícia: em 15 dias li 3 livros. Uma miséria, bem sei, mas acontece que passei metade das férias com amigos, que até nem via há bastante tempo, pelo que ler era-me quase impossível.
Infelizmente, nenhum dos livros me deixou completamente satisfeito ou marcaram as férias. Foram bons livros de Verão, isso sim!, mas não foram, de todo, livros que vá recordar ao longo do tempo...
A novidade é apenas esta: voltei. Para o mesmo? É o mais provável.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Comprei isto...
Ultimamente tem andado com alguma fama este tipo de caderno.
Nunca fui de ter agendas, aliás não me organizo nada com elas. É um pouco estranho dizer isto de uma coisa cuja única função é mesmo organizar a nossa vida, mas em boa verdade não me serve de nada estar a apontar planos.
Pelo menos hoje.
Entretanto, li aqui e ali sobre um certo "moleskine" que nos dava a possibilidade de apontar coisas sobre as nossas leituras, como uma espécie de registo. Achei interessante! Tenho este blogue, tenho o Book Collector, tenho Goodreads embora não o utilize (e podia, dadas as suas funcionalidades), participo no fórum Estante de Livros onde posso registar toda a minha actividade, mas ainda assim não tenho andado muito "em cima" disto tudo. No Book Collector já nem mexo, embora seja o mais completo que alguma vez encontrei!
E isto do Moleskine Passion: Books pareceu-me outra experiência. Primeiro, é algo mais palpável e é um caderno todo janota. Depois, acho que vou sentir algum gozo em encher aquilo com a minha letra (até precisar de outro).
Só tenho pena de que um livro só possa ocupar uma página.
Meus amigos, vamos ver se me dou bem com isto. Comprei sem saber bem o que era, mas estou a gostar de todo o visual. Medo: ficar viciado (é que existe para todos os gostos!)
O que acham? Aliciante não?
domingo, 14 de março de 2010
Um pequeno pedido de desculpas
Ultimamente não tenho escrito nada no blogue.
É verdade, não anda nada fácil dedicar-me a estes lados. Também tenho pena de não escrever muito por aqui (obrigado pelos comentários!)...
No entanto, estou vivo!
Tenho uma data de livros por ler e uma data de leituras por comentar =/
Se alguém espera que escreva aqui frequentemente, peço imensa desculpa, mas de momento não consigo. Tratarei de vos recompensar em breve, espero.
Para já, aqui fica um apanhado de livros:
"Cordeiro - O evangelho segundo Biff, o Amigo de Infância de Jesus", de Christopher Moore" - vão JÁ comprar este livro!!!!!! IMEDIATAMENTE!!!!!!! Levantem-se do PC, parem na primeira livraria que virem e tragam este livro!!!!! Se não o encontrarem aí, não voltem a casa sem antes o terem na mão!!!!!! Já vos estou a dizer para comprarem sem reservas!!!
"O Jardim dos Segredos", de Kate Morton - Estou impressionadíssimo. Uma lufada de ar fresco! Uma escritora nova, uma história fenomenal.
"Guerra Mundial Z", de Max Brooks - wooooow, não fazem ideia do quão interessante este livro é... woooow O.O
"Servidão Humana", de Somerset Maugham - lembram-se da minha opinião sobre "Paixão em Florença"? Podem vê-la neste blogue. Pois este livro é o que estou a ler de momento, e espero ser das melhores obras que já li na vida...
Por enquanto, de novo desculpas pela pouca frequência com que tenho parado aqui! Mas espero vir a escrever muito mais!
É verdade, não anda nada fácil dedicar-me a estes lados. Também tenho pena de não escrever muito por aqui (obrigado pelos comentários!)...
No entanto, estou vivo!
Tenho uma data de livros por ler e uma data de leituras por comentar =/
Se alguém espera que escreva aqui frequentemente, peço imensa desculpa, mas de momento não consigo. Tratarei de vos recompensar em breve, espero.
Para já, aqui fica um apanhado de livros:
"Cordeiro - O evangelho segundo Biff, o Amigo de Infância de Jesus", de Christopher Moore" - vão JÁ comprar este livro!!!!!! IMEDIATAMENTE!!!!!!! Levantem-se do PC, parem na primeira livraria que virem e tragam este livro!!!!! Se não o encontrarem aí, não voltem a casa sem antes o terem na mão!!!!!! Já vos estou a dizer para comprarem sem reservas!!!
"O Jardim dos Segredos", de Kate Morton - Estou impressionadíssimo. Uma lufada de ar fresco! Uma escritora nova, uma história fenomenal.
"Guerra Mundial Z", de Max Brooks - wooooow, não fazem ideia do quão interessante este livro é... woooow O.O
"Servidão Humana", de Somerset Maugham - lembram-se da minha opinião sobre "Paixão em Florença"? Podem vê-la neste blogue. Pois este livro é o que estou a ler de momento, e espero ser das melhores obras que já li na vida...
Por enquanto, de novo desculpas pela pouca frequência com que tenho parado aqui! Mas espero vir a escrever muito mais!
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Bom ano 2010!!!!!!!

Desejo a todos uma excelente entrada e um excelente 2010.
Que este novo ano seja sempre melhor que o antigo... E que venha recheado de tudo o que a vida nos tem para oferecer.
Com muitos livrinhos à mistura, claro =) as melhores leituras, é sempre o que desejo!
Fazendo um balanço de 2009 no que toca a leituras, aqui vai a lista completa de livros que tive a oportunidade de ler (com uma apreciação simbólica à frente):
1. Equador - Miguel Sousa Tavares
2. O Estranho Caso de Benjamin Button - F. Scott Fitzgerald
3. A Invenção de Hugo Cabret - Brian Selznick
4. O Meu Amor Morreu em Bagdade - Michael Hastings
5. A Guerra dos Tronos - George R. R. Martin
6. Os Contos de Beedle o Bardo - J. K. Rowling
7. A Loja dos Suicídios - Jean Teulé
8. Natália - Helder Macedo
9. Beleza Assassina - Chelsea Cain
10. Desencontros Virtuais - Maria Eugénia Ponte
11. Divisadero - Michael Ondaatje
12. A Muralha de Gelo - George R. R. Martin
13. A Vida Nova - Orhan Pamuk
14. O Vampiro do Dente de Ouro - Álvaro Magalhães
15. Pequenos Gestos de Amor Eterno - Danny Scheinmann
16. Lua Nova - Stephenie Meyer
17. A Guerra dos Mundos - H. G. Wells
18. O Meu Triste Segredo - Jenny Tomlin
19. Bons Sonhos, Meu Amor - Dorothy Koomson
20. A Breve e Assombrosa Vida de Oscar Wao - Junot Díaz
21. Voo Final - Ken Follett
22. A Máquina de Xadrez - Robert Lohr
23. Stardust, O Mistério da Estrela Cadente - Neil Gaiman
24. Lagos Monstruosos - Anita Ganeri
25. Paixão em Florença - Somerset Maugham
26. Dead Until Dark - Charlaine Harris
27. Escolhi o teu Amor - Emily Giffin
28. Filho da Guerra - Emmanuel Jal
29. O Silêncio dos Teus Olhos - Hugo Girão
30. Sputnik, Meu Amor - Haruki Murakami
31. O Labirinto da Rosa - Titania Hardie
32. A Promessa - Brunonia Barry
33. A Seita - Robert Muchamore
34. Até que o Rio nos Separe - Charles Martin
35. Guia Prático para Cuidar de Demónios - Christopher Moore
36. A Missão de Az Gabrielson - Jay Amory
37. Living Dead in Dallas - Charlaine Harris
38. O Nome do Vento - Patrick Rothfuss
39. O Verso da Língua - Juva Batella
40. A Cabana - Wm. Paul Young
41. Frei Luís de Sousa - Almeida Garrett
42. As Atribulações de Jacques Bonhomme - Telmo Marçal
43. Fúria Divina - José Rodrigues dos Santos
44. A Mecânica do Coração - Mathias Malzieu
45. A Nona Vida de Louis Drax - Liz Jensen
46. O Homem Pintado - Peter V. Brett
47. Ghostgirl - A Rapariga Invisível - Tonya Hurley
48. A Melodia do Adeus - Nicholas Sparks
49. O Bobo - Christopher Moore
50. Black Out - A Cortina da Memória - Lisa Unger
51. Sem Sangue - Alessandro Baricco
52. A Sombra do que Fomos - Luis Sepúlveda
Gostava de dizer que este ano li um livro digno de ocupar os lugares de "1984", "O Senhor dos Anéis" ou "Os Pilares da Terra" (sem sombra de dúvidas, os meus 3 livros preferidos!), mas a verdade é que li imensos livros que adorei sem conseguirem atingir tais patamares (ou seja, livros pelos quais ficaria a suspirar durante meses...).
Ainda assim, muitos livros tornaram-se das minhas leituras preferidas, nomeadamente (Top 10 pessoal!):
- Equador, de Miguel Sousa Tavares (um dos melhores livros que já li. Fenomenal. Ainda hoje sinto a areia nos pés e vejo à minha frente o mar azul, sem dúvida de todos os livros que li foi dos que mais me marcou, e já é um dos meus preferidos! Fenomenal!);
- A Loja dos Suicídios, de Jean Teulé (este foi um género de leitura que descobri e que me encheu as medidas. Pela surrealidade, pelo humor, e por aqueles pequenos e breves momentos de reflexão que tanto gosto. Para recordar, para reler, para aconselhar aos quatro ventos, é um dos livros que mais me inspirou este ano. Uma pérola);
- O Nome do Vento, de Patrick Rothfuss (enorme, fantástico, sim por vezes lento mas nunca me aborreceu, este é o grande livro fantástico que tive a oportunidade de conhecer. Adorei Kvothe e apaixonei-me perdidamente por certos capítulos. Dos melhores que pude ler. Não só promete ser um clássico na Literatura Fantástica como é um livro que, por mim, bem podia nunca acabar. Excelente!);
- A Vida Nova, de Orhan Pamuk (caso complicado este. Antes de o ler já adorava o autor, mesmo sem o conhecer já me sentia afeiçoado. Pelo que não gostar deste livro seria uma desilusão enorme. Mas, no meio de uma leitura melancólica, quase negra, pesada não pelas palavras escolhidas mas pelo ambiente em si... Descobri uma filosofia, uma crença, uma forma de ver o Universo que me apanhou totalmente. Moldou muitas das minhas próprias crenças no que é a Vida, o Tempo, o Universo ou o Destino. Mais do que uma leitura, uma iluminação);
- A Máquina de Xadrez, de Robert Lohr (talvez não conste nos meus 10 preferidos de sempre, mas foi surpreendente. Nada nos faz esperar por um romance como este, não só um bom thriller mas principalmente de uma carga histórica e psicológica atraente. Adorei todo o enredo do livro e adorei as suas personagens, não estava nada à espera. Supera as nossas expectativas! Foi uma das melhores leituras deste ano, e lembro-me dela com muita saudade);
- Paixão em Florença, de Somerset Maugham (perdi-me nas paisagens de Toscana, naquela nostálgica história de amor, e naquela lição de vida, de personalidade. Maugham foi daqueles escritores que passou, na perfeição, toda uma série de sensações que espero guardar para sempre. Um pequeno livro magnífico!);
-O Estranho Caso de Benjamin Button, de F. Scott Fitzgerald (este ano descobri também que as melhores leituras escondem-se, muitas vezes, nos livros mais pequenos. Este conto de Fitzgerald veio provar isso! Sem grande desenvolvimento, é um livro capaz de nos deixar agarrados, de nos emocionar e de nos chamar a atenção desde que Benjamin nasce com a aparência de um velho de 80 anos. Até adormecer nos braços da ama, aos 80 anos mas com o aspecto de um recém-nascido. Um livro lindíssimo);
- O Homem Pintado, de Peter V. Brett (o que me parecia ser um livro negro, assustador, cheio de demónios, quase arrepiante... Demonstrou ser um livro de Fantasia que faz renascer um pouco a velha jornada! Um mundo fascinante, com os característicos Demónios da Noite, as Cidades Livres, muito perto dos mundos fantásticos criados por aí... E 3 companheiros, cada um com a sua especialidade, prontos a embarcar numa enorme jornada para enfrentarem o mal da Noite como ninguém se atreveu! Uma boa surpresa!)
- Fúria Divina, de José Rodrigues dos Santos (um excelente regresso de um autor que tanto gosto. Ao contrário das minhas expectativas, Tomás Noronha volta mais maduro, mais cauteloso, e Dos Santos acerta em cheio neste enredo ao narrar também a história de um jovem muçulmano, paralelamente. Embora não me pareça ser o tema mais audacioso do autor, é sem dúvida um dos seus romances de mais qualidade);
- E o décimo lugar será partilhado pelos livros: Stardust, O Mistério da Estrela Cadente de Neil Gaiman, uma história apaixonante, A Missão de Az Gabrielson de Jay Amory, um dos livros fantásticos mais cativantes que já li, Sem Sangue de Alessandro Baricco, pequeno mas que esconde uma terrível lição sobre a vida, e Black Out - A Cortina da Memória de Lisa Unger, aquele livro que me fez dizer "Afinal até gosto de policiais!".
Apercebo-me de que este ano foi recheado de leituras que me satisfizeram. Embora nenhum entre para o Top 3 (não podia ser todos os anos pois não?), muitos foram das melhores leituras que já tive.
Desilusões: "O Labirinto da Rosa", de Titania Hardie. Que grande desilusão! Não sei o que tem aquilo de interessante, promete tanto e pouco tem. Foi a grande desilusão deste ano.
Enfim, que 2010 traga mais boas leituras!
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