domingo, 30 de novembro de 2008

A Viagem do Elefante, de José Saramago


Sempre chegamos ao sítio aonde nos esperam.

O Livro dos Itinerários




Há uma mensagem neste livro: Saramago ainda escreve. E escreve com prazer. Assim como tive a oportunidade de ler esta pequena delícia.

O tema é bem leve. O livro é mais pequeno e fácil de ler. A interpretação, pode-se dizer, mais fácil. É mesmo um livro muito simples. Mas é nessa aparente simplicidade que Saramago nos presenteia com mais do que um romance, mas sim uma viagem.

Não há protagonistas, há apenas viajantes, e apenas a viagem. Mas são personagens que, para não variar na obra de Saramago, são demasiado excelentes para serem postas de parte. Venero a imaginação do autor para criar o ambiente e as personagens tão únicas e próprias. Fiquei espantado como, num livro tão pequeno, o autor desenvolveu as personagens para torná-las únicas.
Venero a capacidade do autor para se adaptar aos vários livros. É o mesmo Saramago, mas se escreve sobre a dúvida existencial então o estilo é completamente filosófico e denso, e noutro romance pode falar de um mistério inexplicável e o estilo torna-se místico, quase formidável, que faz o leitor embrenhar-se nas suas palavras; neste caso, "A Viagem do Elefante" é um tema leve, logo um estilo levado mais para a descontracção, mas momentos de leitura cativantes. Admiro a imaginação do autor e a genialidade com que escreve o livro.

Esta é a obra mais fácil que já li do senhor. Muito mais fácil, seja a prova disso o curto tempo (3 dias) que demorei a lê-lo. Mas Saramago é um dos meus escritores preferidos, isso é indiscutível. E nas suas palavras há sempre aquele lado mais subjectivo... E é daqueles autores que não se preocupa em chegar ao fim, apenas se preocupa em escrever, mesmo que isso o leve por outros caminhos.

O livro é muito (muitíssimo) marcado pela ironia e pelo sarcasmo, constantemente um ataque ao Homem e às suas acções. Ri com satisfação. Gostei muito da maneira do autor escrever, sem fazer parte da história mas como se lá estivesse para comentá-la. Serve de ponte entre o leitor e as personagens, o tempo de D. João III e a actualidade.

É uma viagem que nos deixa embalados. São participantes deveras fascinantes, pois como leitor a minha mente tende a imaginar o que cada um representa... As personagens do livro são livres mas há sempre algum aspecto que as torna globais.
Existe, nessa viagem, um olhar sobre as acções, sobre o mundo, sobre a humanidade (sim, a humanidade, não o Homem) que é muito explorado, principalmente através das referidas ironias. Há o elefante, há quem o acompanha, e há um olhar solidário sobre atitude humana. Uma vertente que apreciei muito no livro, esse olhar sobre a acção humana e a sua fé.

Este livro tem tudo para ser um bom regresso do autor, depois de um estado de saúde muito precário. Aconselho a todos. E, para quem não leu nada de Saramgo, eu diria que chegou a oportunidade!!!

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

A Vida num Sopro, de José Rodrigues dos Santos


Portugal, anos 30.
Salazar acabou de ascender ao poder e, com mão de ferro, vai impondo a ordem no país. Portugal muda de vida. As contas públicas são equilibradas, Beatriz Costa anima o Parque Mayer, a PVDE cala a oposição.
Luís é um estudante idealista que se cruza no liceu de Bragança com os olhos cor de mel de Amélia. O amor entre os dois vai, porém, ser duramente posto à prova por três acontecimentos que os ultrapassam: a oposição da mãe da rapariga, um assassinato inesperado e a guerra civil de Espanha.
Através da história de uma paixão que desafia os valores tradicionais do Portugal conservador, este fascinante romance transporta-nos ao fogo dos anos em que se forjou o Estado Novo.
Com
A Vida Num Sopro, José Rodrigues dos Santos confirma a sua mestria e o lugar que já ocupa nas letras portuguesas.
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Ainda estou arrebatado depois desta leitura.

Estes é daqueles livros que acabamos de ler e não conseguimos evitar parar por um segundo, deitados na cama, a olhar para o ar, na mais profunda e simples reflexão.

Portanto, não sei bem por onde começar a opinar. Acabei agora mesmo o livro e sinto-me levitado pela história amorosa de Luís e Amélia.

De facto, este livro é uma história de amor. Não é a história do princípio do Estado Novo ou da guerra civil de Espanha, "A Filha do Capitão" foi, sim, um romance sobre a guerra, este é apenas um romance sobre a vida. A princípio, senti-me desiludido ao aperceber-me disso, mas a partir daí fui distinguindo os dois livros.

Só posso dizer que gostava que fosse ainda maior. O livro já tem muitas páginas, mas eu gostava que fosse ainda mais pormenorizado, que esmiuçasse todos os pormenores. Na verdade, não esperem um livro sobre o Estado Novo ou a guerra em Espanha. Esperem antes um livro sobre a vida, tão pura ou trágica como pode ser, e que por acaso se insere em factos históricos.
Aliás, apreciei aqueles pormenores históricos como a gíria do povo, o destino que os soldados da guerra tinham pela frente, por exemplo.
Muitos diálogos, um livro directo e sem grandes floreados.

Acho que este romance, mais do que querer ser uma excelente obra, pretende entreter. No caso de "A Filha do Capitão" (não consigo evitar esta comparação), havia o objectivo de ser uma excelente obra, mais do que entreter. Por isso digo que não me importava que este romance tivesse mil páginas, se a mesma história fosse relatada com ainda maior pormenor seria um dos grandes livros da Literatura. Claro, as emoções e destinos das personagens são sempre relatadas com muito apego.

Porém, se nós lemos este livro é para chegar ao fim. Estamos constantemente na ânsia de chegar à última página, de saber o que vai acontecer! E quando acabamos não nos livramos de uma lágrima ao canto do olho.
Aconselho-vos. Lê-se num sopro. Confesso que não é um grande romance, mas vale bastante a pena pelos excelentes momentos de leitura que passamos. Para nos apaixonarmos pelas suas personagens, para suspirarmos pela vida. Adorei. José Rodrigues dos Santos confirma-se como um dos meus autores preferidos.
Dizer mais seria adiantar demasiado (e eu não sou de dizer spoilers). Leiam, garanto-vos pelo menos uma boa leitura.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Aquisições... Muitas...

Ora, tenho vindo a adquirir vários livros ao longo do tempo... Portanto mais vale registar aqui os mais recentes:


Ou seja...






E ainda...




segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Manias de leitor



Por muito que queiram negar, acho que todos temos as nossas manias literárias. Pessoalmente, não são poucas!

- não leio livros em simultâneo. Isso apenas aconteceu duas vezes na minha vida, durante períodos de um mês.
- o marcador que uso é sempre correspondente ao livro. Por exemplo, se ler um livro do Harry Potter, o marcador é o desse livro. Se não for o caso, é o que na altura mais me agradar =P;
- não risco, não sublinho nem tiro notas. Livros para a escola não contam.
- não passo um dia sem ler. À noite, quando estou na cama, leio SEMPRE, pelo menos, uma página;
- por muito mau, por mais aborrecida que a leitura esteja a ser, chego sempre ao fim, detesto deixar um livro a meio (também se aplica a sagas);
- não tenho ordem aparente na minha estante, apenas posso dizer que livros do mesmo autor estão juntos;
- fora da estante, num canto especial, guardo os livros por ler;
- entrar numa livraria pode ser uma incrível perda de tempo, pois sou capaz de deambular por lá horas a fio. A menos que traga um livro lol;
- sempre que vou à casa-de-banho, levo um livro =$;
- adoro folhear as páginas, cheirá-las e sentir o peso do livro (acham isso parvo? Pois olhem que não é!);
- não gosto de ler livros emprestados... Mas leio-os =P;
- inevitavelmente, e sem explicação, a literatura portuguesa tem a minha pouca atenção, salvo excepções como Eça de Queirós, Júlio Dinis, Almeida Garrett, Saramago e José Rodrigues dos Santos;
- guardo o sabor de cada livro (pode parecer estranho, mas é verdade... Pego no livro e imediatamente me vem à boca, ao nariz, a sensação daquela leitura...);
- gosto de livros autografados;
- costumo passar o tempo a olhar para as minhas estantes;
- prefiro grandes volumes a livros de bolso.

Olhem, como podem ver são imensas!!! Exagero? =/ Bem, esta é a verdade! =DD De facto, como leitor tenho algumas manias, muitas delas inconscientemente.
E vocês? Quais são as vossas manias?

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Byblos não resiste...

A livraria Byblos, que tem lojas no Porto e Lisboa (a maior do país), vai fechar. O Diário Económico apurou que a empresa de Américo Areal, que vendeu a editora Asa a Miguel Pais do Amaral, hoje já não estará aberta ao público. A Byblos estava à procura de um parceiro que garantisse a viabilidade económica do projecto. No entanto, tal não foi conseguido e, neste momento, já existem dívidas a fornecedores e editoras que se recusam a distribuir livros. Além disso, o Diário Económico sabe ainda que a empresa que faz a segurança do edifício cumpriu ontem o seu último dia de trabalho na Byblos, enquanto que os funcionários de restauração já saíram na terça-feira, dia 18. Já os colaboradores da Byblos, até ao fecho desta edição, não tinham sido informados pela administração sobre qual será o futuro da empresa. Mas o Diário Económico sabe que o cenário mais provável é a venda a outro grupo, podendo a Byblos voltar a abrir portas mas com um novo nome e proprietário.

Para hoje está marcada uma reunião com os funcionários, na loja das Amoreiras, que aí deverão ficar a conhecer o seu futuro.

Contactado pelo Diário Económico António Ramos, chefe do gabinete de comunicação da Byblos, não quis comentar estas informações, reservando para hoje um comunicado sobre a situação da empresa.


Fonte: Diário Económico

Nunca entrei na Byblos. Já vou poucas vezes à Fnac, prefiro ficar pela livraria aqui da zona... Mas, mesmo assim, acho que qualquer leitor fica alerta quando uma livraria qualquer fecha. =/

Como disse, nunca entrei, e pelos vistos nunca vou entrar. Sinceramente, tem pouco mais de um ano, e não resistir não é uma boa notícia. Mas vejamos que não é totalmente impressionante:

- tem uma grande rival, a Fnac. De facto, esta já tem um grande domínio. Fazer frente a essa empresa é grande coragem, mas que sempre é possível...
- no entanto, a Byblos situava-se nas Amoreiras. Ok, sinceramente, não falo no problema do estacionamento ou zona, isso aí acontece em todos =P Mas o Amoreiras está ultrapassado. Mais do que isso. Uma livraria com estas metas instalar-se numa zona que já não é, de todo, um grande centro, é um ponto a menos. Mesmo sendo a maior do país!

Já entraram na Byblos? O que acharam? E o que acham de ser fechada?

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los, de Newt Scamander

Em quase todos os lares de feiticeiros do país há um exemplar do livro Monstros Fantásticos e Onde Encontrá-los. Agora, apenas por um período limitado, os Muggles também têm oportunidade de descobrir onde vive o Quintaped, o que come o Puffskein e por que razão é melhor não deixar leite no quintal para o Knarl.

Os lucros obtidos com a venda deste livro reverterão a favor do Movimento Comic Relief, o que significa que os Euros ou Galleons que tu gastares ao comprá-lo produzirão um efeito mágico superior aos poderes de qualquer feiticeiro. Se achares que esta é uma razão insuficiente para gastares o teu dinheiro, só espero que nenhum feiticeiro seja menos caridoso se um dia te vir a ser atacado por um Manticore.


Albus Dumbledore


Ainda este ano li e comentei o livro O Quidditch Através dos Tempos. Tanto esse como este livro que vos apresento são muito pequenas obras que relatam factos do conhecido mundo de Harry Potter. Sendo da mesma colecção e do mesmo jeito, este vem falar sobre os monstros que habitam esse mundo mágico.

É um pequeno complemento maravilhoso de se ler.

Para quem gosta de fantasia, será um livro a reter para plantar sementes de imaginação na cabeça. A descrição de tantas espécies mágicas torna tudo tão real que parece que, quando acabamos de ler, estamos à espera de ligar a televisão e encontrar uma notícia a dizer que um Knarl destruiu o quintal de alguém. =P

Para quem gosta do Harry Potter, ainda melhor será ;) Além de que, para tornar o livro ainda mais divertido e interessante, aparecem algumas notações do próprio Harry Potter e dos seus companheiros! Claro que, para quem não leu a saga, esses apontamentos de pouco servem para tornar a leitura ainda mais prazenteira...
No entanto, vale bastante a pena ler este livro. Porque tem o dom de apresentar criaturas com as quais sonhamos. E nos fazem fervilhar a mente.

Só tenho duas coisas contra: que o livro seja tão pequeno (adorava ler algo ainda mais pormenorizado) e que haja tão poucas imagens (cada espécie merecia uma foto =D).

Entretanto, aconselho-vos este magnífico livro, o que fala sobre Quidditch e a maravilhosa saga de Harry Potter! É uma oportunidade única para os Muggles...

domingo, 9 de novembro de 2008

Meridiano de Sangue, de Cormac McCarthy

Um jovem que vaga pelo sul dos Estados Unidos acaba por se unir a um grupo de aventureiros que pensam fazer razias em território mexicano. Quando o bando é dizimado por Comanches, o rapaz é obrigado a atravessar um deserto até chegar à cidade de Chihuahua, onde é levado para o presídio. É então que é recrutado para uma expedição comandada pelo capitão Glanton, dedicada à caça de escalpes. Sob a prodigiosa influência do Juiz Holden, o grupo vai-se afundando numa espiral de violência, cometendo actos cada vez mais sanguinários...

Cormac McCarthy nasceu em Providence, Rhode Island, em 1933. É autor de uma obra que abarca os géneros gótico sulista, western e pós-apocalíptico. Harold Bloom, um dos críticos literários mais influentes dos Estados Unidos, qualificou o romance
Meridiano de Sangue (1985) como "a obra imaginativa mais impressionante de todas as dos escritores norte-americanos vivos". Outros romances destacados são O Filho de Deus, O Guarda do Pomar, Belos Cavalos, National Book Award em 1992, Este País Não É para Velhos, adaptado com enorme êxito para o cinema em 2007 pelos irmãos Cohen, e A Estrada, pelo qual recebeu o prémio Pulitzer em 2007.


Não, não estou morto.
Mas como já tinha dito o tempo é tão pouco que não consigo postar nada.
Nem comentar devidamente noutros blogs, o que ainda mais me pesa. Por isso peço desculpa.

No entanto, hoje venho dar a minha opinião de um livro que me ocupou muito tempo, mas mesmo muito de leitura.
Não era para lê-lo agora, mas devido a uma leitura conjunta no Fórum Estante de Livros obedeci à regra e comecei a lê-lo. De facto, é um livro pouco fluido, muito denso mas que, depois de o acabarmos, não deixamos de suspirar fundo, não só porque chegámos ao fim desta terrível odisseia mas por reconhecermos que este é um clássico.

Em 5 estrelas, daria um 4. E notem que não é uma classificação pessoal. 4 estrelas é porque enquanto lia reconhecia o teor de que é feita esta leitura, mas não foi o livro que mais me tivesse agarrado.

Há uma personagem, o juiz Holden, que creio ser uma das melhores personagens que alguma vez qualquer escritor criou. É sobre esse juiz que muito do livro se centra, talvez por ser essa personagem o culminar de todos os mistérios. É, sem dúvida, uma grande honra experimentar ler este livro. E esse juiz vai surpreender-vos até ao fim. No fim.

O estilo deste livro é muito virado para o western.
É uma leitura muito difícil. Não creio que puxe. Cada vez que pegava no livro a vontade não era grande, ainda por cima é tão pouco fluido que a leitura avança a passo de caracol. Mas, uma vez começado, a tendência é para avançar. Trata-se da odisseia de um grupo que atravessa o deserto (o espaço e ambiente central) e nele perpetua os piores massacres que podem imaginar. É extremamente violento, e pessoas com "estômagos fracos" não deverão sequer pegar no livro. A violência é mesmo gratuita, cruel, não há descanso! Poderão pensar "Porquê tanta?", mas só mesmo lendo conseguem chegar a uma conclusão.
É muito profundo este livro. Além da violência, a descrição consegue ser poética, e há muitos diálogos que nos fazem reflectir até bem fundo, de tal modo que algumas vezes não conseguimos atingir a mensagem. Em geral acabamos o livro com a cabeça cheia, mas não totalmente desgastada. De um certo modo, senti-me bem a ler o livro e a explorar o que o autor queria dizer, pelo que a análise conjunta só fez bem.

Aconselho, mas com alguma precaução. Depois de um livro assim, vou querer um LONGO descanso. Foi demais. É um bom livro, mas muito longe de ser um preferido, numa opinião pessoal. Aliás, acho que durante um bom bocado a obra não desenvolve muito, o que a torna ainda mais entediante. Mas mal começa a excitar torna-se viciante, e nos últimos passos das personagens sentimos o frenesim. É muito, muito violento, de vomitar =X Mas muito poético também. É uma obra que possui um grande teor e profundidade, assim como reflexões que nos levam a considerá-lo um primor. Já li algures que "quem escreve um livro como "Meridiano de Sangue" não pode continuar a ser o mesmo escritor. À medida que fui avançando no livro apercebi-me disso. Até ao fim todas as palavras encerram em si uma resposta, uma pergunta, uma moral ou uma reflexão. No final uma série de perguntas assoma à cabeça, para sempre reflectirmos e ficarmos boquiabertos.

sábado, 1 de novembro de 2008

BookMooch: a arca do tesouro para os viciados em livros

Desculpem estar tão ausente. Tenho tido imenso trabalho. Espero que compreendam!

As leituras vão andando, algo lentas mas andando ;) Por enquanto, receio que só para a semana terão uma opinião fresca! Até lá, quero ver se publico alguma coisa! =/

Tenho imensas sugestões para vocês. E tenho de publicar os resultados das sondagens sobre o número de livros lidos durante as férias (que já lá vão!). Mas por hoje tenho de falar deste maravilhoso sítio que é o BookMooch!!!



Se gostam de livros, então têm de estar inscritos. As regras são simples e todas as semanas o carteiro passará por vossa casa... Com um ou mais livros na mão!

As regras são, basicamente, as seguintes:

O BookMooch é uma comunidade para troca de livros.
Deixa-vos dar livros que já não querem e em troca podem pedir livros que realmente queiram!

# Dar e receber: cada vez que dão um livro recebem um ponto, e com esse ponto podem pedir um livro vindo de qualquer outra pessoa do BookMooch. Uma vez lido o livro, podem guardá-lo para sempre, ou voltar a pô-lo no BookMooch para enviar, é à vossa escolha!

# Sem custos: não há custos para se inscreverem no website: o único custo são os portes para enviar os livros para outras pessoas (sim, nós é que pagamos os portes do que enviamos, mas se recebemos não pagamos nada!.

# Pontos por introduzir livros: recebem 1/10 de ponto por cada livro que introduzirem no sistema, e um ponto cada vez que enviam um livro. Se quiserem continuar a receber livros, têm de enviar pelo menos um livro por cada três que recebem.

# Caridade: também podem dar os vossos pontos para centros de caridade para os quais o BookMooch trabalha, como hospitais pediátricos (crianças muito doentes podem receber um livro para a sua cabeceira), fundos bibliotecários, literacia africana ou para o próprio BookMooch para agradecê-los por gerirem este site!

# Mundo: Podem pedir livros de outros países, em outras línguas. Recebem três pontos se enviarem para o estrangeiro, para compensar os custos dos portes, mas só custa dois pontos pedir um livro de outro país.

# Lista de desejos: podem ter uma "lista de livros desejados" que automaticamente vos chega quando têm pontos suficientes ou quando surgem novos livros nos inventários do BookMooch.


Eu sou um moocher. E posso dizer que é altamente viciante! Recomendo absolutamente, quantos mais melhor!!!

Quem também lê