
UM EXCELENTE NATAL!!!!!!
E aquele livro que o Pai Natal tem na mão... Será de certeza para um de vós ;)
Desejo a todos um Bom Natal, Boas Festas, com prendas e muitos livros e leituras à mistura! Celebrem a época.
Verdadeiras são as palavras de Christopher Moore, mui amado escrivão e jogral literário sem igual, criador de obras de superior inteligência e indescritível hilaridade, incluindo os bestsellers laureados pelo Times da Velha Nova Iorque como Minha Besta (sem ofensa!) e que agora decide encarnar, nem mais nem menos, que o lendário Bardo (com a maior humildade e respeito). Uma história perversa, de uma comicidade insana, sobre um monarca apalermado e as suas duas filhas traiçoeiras. Uma intensa narrativa repleta de conspirações, sub-conspirações e contra-conspirações, traições, guerra, vingança, mamas ao léu, luxúria incontida... e um fantasma (há sempre o raio de um fantasma!), vista pelos olhos de um homem de coquilha e guizos na cabeça.
Com apenas dezassete anos, Veronica Miller - ou "Ronnie", como é carinhosamente chamada - vê a sua vida virada do avesso quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai se muda da cidade de Nova Iorque, onde vivem, para Wrightsville Beach, uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte. Três anos não são suficientes para apaziguar o seu ressentimento, e quando passa um Verão na companhia do pai, Ronnie rejeita com rebeldia todas as tentativas de aproximação, ameaçando antecipar o seu regresso a Nova Iorque. Mas será na tranquilidade que envolve o correr dos dias em Wrightsville Beach que Ronnie irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will, e vai afrouxando, uma a uma, todas as suas defesas, deixando-se tomar por uma paixão irrefreável e de efeitos devastadores. Nicholas Sparks é, como sabemos, um mestre da moderna trama amorosa, e, em A Melodia do Adeus, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu imenso poder para ferir… e curar.
Por vezes há boas razões para recear a escuridão...
«Estranho e maravilhoso. Um romance psicológico perturbante sobre a transgressão e os mistérios do subconsciente.» People

Uma mensagem secreta da Al-Qaeda faz soar as campainhas de alarme em Washington. Seduzido por uma bela operacional da CIA, o historiador e criptanalista português Tomás Noronha é confrontado em Veneza com uma estranha cifra. 6AYHAS1HA8RU Ahmed é um menino egípcio a quem o mullah Saad ensina na mesquita o carácter pacífico e indulgente do islão. Mas nas aulas da madrassa aparece um novo professor com um islão diferente, agressivo e intolerante. O mullah e o novo professor digladiam-se por Ahmed e o menino irá fazer uma escolha que nos transporta ao maior pesadelo do nosso tempo. E se a Al-Qaeda tem a bomba atómica? Baseando-se em informações verídicas, José Rodrigues dos Santos confirma-se nesta obra surpreendente como o mestre dos grandes temas contemporâneos. Mais do que um empolgante romance, Fúria Divina é um impressionante guia que nos orienta pelo labirinto do mundo e nos revela os tempos em que vivemos.
"Não se lê propriamente o livro que têm em mãos, mas mergulha-se nele. Um parágrafo, uma página, e estamos cercados pela sua forma própria de ser, pela visão particular do mundo e da raça humana. Mergulhamos descontraidamente e logo percebemos a insensatez da nossa postura. Esta não é uma obra redentora. Não nos dá a mão e nos acompanha pelos becos escuros, pelo vale da nossa dor, qual guardião que protege a nossa fragilidade. Ao entrarmos na primeira página, descobrimo-nos na jaula da fera encurralada - e depois não podemos voltar atrás." Do prefácio de Luís Filipe Silva




Estes três livros foram comprados numa Feira perto do Rossio. No próprio Rossio? Ok, não tenho a certeza, porque não fui eu que os comprei =P É uma excelente oportunidade para ler livros que... De certeza que nunca leria, se não mos comprassem.
Estes dois de António Lobo Antunes foram uma autêntica sorte! Esta edição comemorativa já saiu há uma/duas semanas, mas encontrei-os numa livraria, numerados e autografados!!! Desta edição houve uma tiragem de 2000 livros, e desses apenas 500 estão autografados (eu sou o n.º 42). Ainda encontrarão por aí, se estiverem interessados!
Bem, quanto a este livro não vou comentar. Não se encontra em NENHUMA livraria em Lisboa e arredores. NENHUMA. Fui de propósito à "Casa das Histórias", o museu de Paula Rego, em Cascais. Livra!
Este ano, "Frei Luís de Sousa" é uma leitura escolar obrigatória.
A HISTÓRIA DE UMA CONVERSA COM DEUS QUE MUDARÁ A SUA VIDA PARA SEMPRE "A Cabana" é um livro especial que está a mudar a vida de muitas pessoas em todo o mundo e que será lançado em Portugal em Outubro de 2009.
Já comecei a ler e estou... curioso. Não sou religioso, sou antes filosófico, e por isso estou extremamente interessado em saber que ensinamentos esconderá este livro.

A Cabana, de Wm. Paul Young, já é um romance fenómeno mundial de popularidade, e está a chegar a Portugal!!!
A Porto Editora publica, a 2 de Outubro, o livro que Wm. Paul Young escreveu para a família e que, hoje, está a ter forte impacto em todo o tipo de públicos, nos mais diversos países. Nos EUA, venderam-se sete milhões de exemplares; no Brasil, em pouco tempo, já mais de um milhão.
O livro é espectacular, completamente diferente de tudo o que tenho lido.
(João Chaves, Oceano Pacífico, RFM)
Sinopse:
E se Deus marcasse um encontro consigo? As férias de Mack com a família na floresta do estado de Oregon tornaram-se num pesadelo. Missy, a filha mais nova, foi raptada e, de acordo com as provas encontradas numa cabana abandonada, brutalmente assassinada. Quatro anos mais tarde, Mack, mergulhado numa depressão da qual nunca recuperou, recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar à malograda cabana. Ainda que confuso, Mack decide regressar à montanha e reviver todo aquele pesadelo. O que ele vai encontrar naquela cabana mudará o seu mundo para sempre.

"Chamo-me Kvothe. Resgatei princesas dos túmulos de reis adormecidos, incendiei Trebon. Passei a noite com Felurian e parti com a sanidade e com a vida. Fui expulso da Universidade na idade em que a maioria dos alunos é admitida. Percorri caminhos ao luar que outros receiam nomear durante o dia. Conversei com deuses, amei mulheres e compus canções que fazem chorar os trovadores. É possível que me conheçam." Assim se inicia uma história sem igual na Literatura Fantástica, a história de um herói contada pela sua própria voz. É uma história de mágoa, uma história de sobrevivência, a história de um homem que busca o sentido do seu universo e de como essa busca e a vontade indomável que a motivou, fizeram nascer uma lenda. "O Melhor do Ano para a Amazon.com... Escolha So Far para 2007. Os fãs de Harry Potter ansiando por uma nova série excitante não precisarão de procurar além de O Nome do Vento, primeiro livro de uma trilogia sobre um órfão que se torna lendário. Repleto de música, magia, amor e perda, a estreia cativante e viva de Patrick Rothfuss deixou-nos sem palavras." Amazon.com

Sente que o Novo Acordo Ortográfico é confuso? Que nunca se vai habituar? Que nem sequer teve voto na matéria? E de que lado ficaria se pudesse, de facto, votar? Até onde estaria disposto a ir? Juva Batella foi longe, e criou esta trama insólita - onde não faltam mistérios, sequestros, assassinatos, suicídios e investigações policiais à italiana - protagonizada pelo Verbo; pelo Substantivo; pelo Dr. Aurélio, sempre a citar o grego e o latim (do latim latine); pelo Pleonasmo, exaustivamente cansativo; pelas Gírias, sempre marotas; pelas Interjeições, sempre aos berros; pelo Palavrão, sujeito tosco e mal-educado; pelo Negrito e o Itálico, membros dos grupos étnicos desfavorecidos; pelo Interrogação, armado em filósofo e cheio de dúvidas; pela Voz Passiva e pelo Pronome Apassivador, casal neurótico mas feliz; e por muitos outros. Todo o universo da língua está aqui, num romance híbrido - policial linguístico - sobre a violência das palavras e a nossa língua-pátria, que é também mátria e é frátia - essa língua transatlântica que todos falamos e que nos faz dizer, como Caetano Veloso: «Gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões».